dezembro 06, 2021

Petrobras desmente Bolsonaro sobre anúncio de queda no preço dos combustíveis

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A Petrobras ressaltou nesta segunda-feira (6) que não antecipa decisões de reajuste e reforçou que não há nenhuma decisão tomada que ainda não tenha sido anunciada ao mercado.

Após uma entrevista do presidente à CNN, afirmando que a estatal anunciaria uma redução ainda esta semana ou até o final de dezembro, a Petrobras emitiu uma nota informando que não antecipa decisões de reajuste e que não há nenhuma decisão tomada que ainda não tenha sido anunciada ao mercado.

Petrobras desmente Bolsonaro sobre anúncio de queda no preço dos combustíveis. Após uma entrevista do presidente à CNN, afirmando que a estatal anunciaria uma redução ainda esta semana ou até o final de dezembro, a Petrobras emitiu uma nota informando que não antecipa decisões de reajuste e que não há nenhuma decisão tomada que ainda não tenha sido anunciada ao mercado.

“A Petrobras não antecipa decisões de reajuste e reforça que não há nenhuma decisão tomada por seu Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP) que ainda não tenha sido anunciada ao mercado”, disse em nota.

“A Petrobras reitera seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato das volatilidades externas e da taxa de câmbio causadas por eventos conjunturais”, diz.

O fato relevante publicado pela estatal vem após o presidente Jair Bolsonaro dizer que a empresa anunciaria uma redução no valor dos insumos às refinarias.

Neste domingo (5), Bolsonaro disse que a estatal anunciaria redução dos combustíveis até o final de dezembro, já que o valor do petróleo Brent vem caindo no mercado exterior.

“A redução no preço dos combustíveis será automática e deve ser anunciada nos próximos dias, até o final de dezembro. A redução na Petrobras vai ocorrer porque o valor do petróleo Brent no exterior está caindo”, disse em entrevista à CNN.

É a segunda vez em um mês que a Petrobras emite um fato relevante para se posicionar em relação às falas de Bolsonaro.

No começo de novembro, a empresa disse, por meio de nota, que havia consultado o Ministério da Economia sobre a existência de algum estudo sobre a sua privatização, e que a resposta foi negativa.

A Petrobras foi instigada a realizar o questionamento devido a comentários, feitos nas semanas anteriores ao seu comunicado, por Bolsonaro, que falou sobre a possibilidade de dar seguimento a uma possível privatização da empresa.

Fonte: Mossoró Hoje

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